"Os homens, para serem verdadeiramente ganhos, precisam ser ganhos pela verdade".

C. H. Spurgeon

Apostila de Qualificação de Obreiros Parte III

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A pouco tempo, tivemos a necessidade de separar alguns irmãos para o ministério ordenado (Diácono e Presbítero), O que nos surpreendeu, foi a tamanha dificuldade que tivemos para encontrar crentes realmente preparados para o exercício dos ofícios eclesiásticos. Nossa saída foi qualificar os candidatos para poderem abençoar a igreja verdadeiramente, por isso também disponibilizo em diversas partes, uma apostila de qualificação de obreiros. Se houver interesse de adquirir o material imediatamente, basta deixar o e-mail na caixa de comentário que certamente enviarei o arquivo gratuitamente.







HOMILÉTICA
Objetivos da Lição:
Ao término desta Lição o Aluno Deverá saber Basicamente:
1.      O que significa Homilética e qual o seu objetivo;
2.      Alguns conceitos a arte da expressão oral;
3.      Virtudes e desvirtudes comuns aos mensageiros de Deus;
4.      O que deve ser evitados no que diz respeito a pregação;
5.      Classificar os tipos de sermão;
6.      Como se elaborar um sermão.

Introdução:
Em nossas igrejas, os obreiros frequentemente são convocados para trazer uma palavra, reflexão, meditação, saudação, etc... Uma noção básica de Homilética se faz necessária, pois é comum vermos pessoas totalmente despreparadas usarem o púlpito desafortunadamente causando confusão teológica, esse tema pode evitar tais problemas auxiliando os pretensos pregadores.

Definição do Termo Homilética.
Homilética é a disciplina teológica que estuda a ciência, a arte e a técnica de preparar e expor um sermão.
Sermão_ significa conversação, prédica, pregação. Um discurso sacro. Tratando-se da transmissão do Evangelho é a pregação da Palavra de Deus.
A Homilética vista como ciência_ quando observa sob o ponto de vista de seus fundamentos;

O termo Homilética é derivado do Grego "HOMILOS" o que significa multidão assembleia do povo, derivando assim outro termo, "HOMILIA" ou pequeno discurso do verbo "OMILEU" conversar.

O termo Grego "HOMILIA" significa um discurso com a finalidade de Convencer e agradar. Portanto, Homilética significa "A arte de pregar".

A arte de falar em público nasceu na Grécia antiga com o nome de Retórica. O cristianismo passou a usar esta arte como meio da pregação, que no século 17 passou a ser chamada de Homilética.

Acertos e Erros mais Comuns entre Pregadores.
Acertos_ Ser dedicado à oração e a Palavra de Deus. (At 6. 4).
Onde Pedro estabelece a premissa maior do ministério apostólico, ao molde do Mestre; “oração e Palavra”, nos reportando a necessidade de consagração em primeiro lugar, a devoção vem antes oratória, precisamos ser aquilo que Deus espera, e falar aquilo que Deus fala em sua Palavra.
·         Pregar com amor e Piedade, (1Co 13. 1, 2); (1Tm 4. 7).
·         Ter originalidade, não pregação. Nada de imitar!
·         Pregar tendo Cristo e sua mensagem como base de seu sermão.
·         Falar pelo Espirito Santo, (Mc 13. 11).
Erros_ O pregador sem mensagem como Aimaás (2 Sm 18. 19-33).
·         Atraso na chegada do culto.
·         Apertar a mão de todos obreiros ao subir na tribuna.
·         Pregação improvisada, sem esboço.
·         Transpor o tempo que lhe foi dado para pregar.
            
A Classificação dos Sermões.
Temático ou Tópico: As divisões desse tipo de sermão independem do texto bíblico.
Textual: As divisões desse tipo de sermão são extraídas do texto bíblico.
Expositivo: Esse tipo de sermão faz uma exposição exegética do texto.
Temático ou Tópico: Este tipo de pregação se desenvolve através de um tema específico. O tema é extraído do assunto e depois o pregador vai atrás de um texto para balizar o tema.
Esse tipo de sermão depende mais dos atributos do pregador do que a Bíblia.



Legenda de observação:
Tema__ §
Texto base__ #
Tópicos__ *
Subtópicos__ %

Exemplo de um sermão temático:
Sermão Topical ou Temático.


§_ Confissão

#_ (I João 1:9) Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.

* - O que devemos confessar ?

%_A ) Nossos pecados
%_B ) O Nome de Jesus
%_C ) O poder de Deus

*II - Como confessar ?

%_A ) Com sinceridade
%_B ) Com fé

*III - Quando devemos confessar ?

%_A ) Agora mesmo
%_B ) Ao ouvir a Palavra de Deus

*IV - Qual o resultado da confissão ?

%_A ) Paz
%-B ) Perdão
%_C ) Comunhão

(Sola Scriptura TT - Defesa da Bíblia e fé, fundamentalista/ www.solascritra-tt.org).

Sermão textual:
Ela origina-se diretamente do texto bíblico. Ou seja, ele está subordinado ao texto da escritura, portanto o assunto deve se desenvolver, (emanar) do “enunciado”.
As pregações textuais são classificadas assim: Divisão Natural; Analítica; Sintética.
·         Divisão textual natural: são as ideias sugeridas naturalmente dentro do próprio texto. O mensageiro não precisa se esforçar muito para descobri-las.
·         Divisão textual analítica: Aqui a mensagem terá suas divisões no esboço, baseadas em perguntas: Quem? Que? Quando? Como? Por quê? Onde?  Essas perguntas serão feitas pelo expositor ao texto, e ele obterá tais respostas do próprio texto.
·         Divisão textual sintética: aqui o pregador ao elaborar seu sermão poderá organizá-lo sem se preocupar com a ordem das partes do texto. Enquanto as outras formas de classificações dadas anteriormente não podem ser mudadas, a sintética pode, pois se trata de uma síntese, resumo, deixando o pregador livre para resumir o esboço.

Exemplo de um sermão Textual:
2. Sermão Textual

§ A entrada
# (Jo 10:9) Eu sou a porta, se alguém entrar por mim, salvar-se-á

*I - Eu sou a porta.

%_A ) Da Salvação
%_B ) Da felicidade
%_C ) Estreita

*II - Se alguém entrar por Mim

%_A ) Não há acepção de pessoas
%_B ) A única entrada

*III - Salvar-se-á

%_A ) Uma decisão própria
%_B ) Da perdição eterna

Obs.: Uma forma lógica e prática para o desenvolvimento é utilizar as divisões do próprio texto.

(Sola Scriptura TT - Defesa da Bíblia e fé, fundamentalista/ www.solascritra-tt.org).

Sermão expositivo:
O sermão expositivo é parecido com o textual. O que difere do outro é que seu desenvolvimento dá-se através de regras de exegese, (que é a disciplina que aplica métodos e técnicas que ajudam na compreensão do texto).
O sermão expositivo não abrange apenas um versículo ou texto, mas pode ir além, e abranger versículos, capítulos e um livro inteiro.
O sermão expositivo é literalmente bíblico, porque interpreta literalmente, a intenção do autor do livro incluindo as figuras de linguagem, literalidade, o contexto histórico, o contexto imediato e remoto, além de muitas outras ciências que ajudam na compreensão do texto.

Exemplo de um sermão expositivo:
3. Sermão Expositivo
                                                                             
§O encontro com a vida

# (Lc7:11-17)

*I - A multidão que seguia a Jesus

%_A ) Pessoas desejosas
%_B ) Pessoas com esperanças
%_C ) Pessoas alegres

*II - A multidão que seguia a viúva

%_A ) Pessoas entristecidas
%_B ) Pessoas sem esperanças
%_C ) Pessoas inconformadas

*III - O encontro da vida com a morte

%_A ) A vida é uma autoridade
%_B ) A morte se curva ante a vida

*IV - O resultado do encontro

%_A ) A ressurreição do jovem
%_B ) A alegria da multidão entristecida
%_C ) A edificação da multidão que seguia Jesus
%_D ) A conversão de muitos

(Sola Scriptura TT - Defesa da Bíblia e fé, fundamentalista/ www.solascritra-tt.org).

Trabalhando na Estruturação do Sermão.
Objetivo (Alvo)_ Nessa etapa devemos observar a inspiração ou estar atentos à  direção que Deus quer dar na mensagem, e falar ao seu povo. Os elementos que compõe o sermão como: o alvo, tema, introdução, corpo, conclusão e apelo; são importantes, pois conduzem o povo na compreensão da palavra de Deus.
Objetivo é determinante porque será através dele que o pregador elaborará sua mensagem. O pregador deverá perguntar-se: O que espero que eles compreendam e façam?
Tema (Proposição)_ O tema é a verdade central do sermão; é o assunto da mensagem, é a pergunta que circulará a proposição “o que é” e “o que se trata”.
O tema difere do titulo; o titulo da o nome ao sermão, já o tema é todo o sermão. Devemos ter objetividade na escolha do tema, Como disse Silvino Candido da Silva: “A pertinência do tema e a mensagem, e o tema e a Bíblia Sagrada; um fala da importância dele está relacionado com a mensagem, e o outro da importância dele está contido na Escritura bíblica.”.
Introdução (Exórdio)_ A introdução inicia o objetivo que é proposto pelo pregador, que vai avançando  gradativamente para não pegar os ouvintes repentinamente, a exemplo do prefácio de um livro que coloca o leitor por dentro do assunto proposto.
Os dois objetivos da introdução de um sermão: aguçar o interesse do ouvinte e prepara-los para que entendam.
Elementos que podem ser usados como introdução: um fato ou acontecimento atual, uma música que esteja de acordo com o sermão, um breve testemunho, uma explicação minuciosa do texto que será proposto.
A introdução deve ser breve, o excesso tira o interesse do ouvinte.
Exposição (Corpo da mensagem)_ Aqui tem inicio ao desenvolvimento do assunto. O pregador explica aos ouvintes, de forma didática, gr. (didaskalia; didaskalia), e clara a mensagem que recebeu de Deus.
As divisões do sermão são: tópicos ou Subtópicos, alguns pregadores colocam em seus sermões cerca de cinco ou seis tópicos e Subtópicos, mas a regra geral estabelece um padrão ideal de três.
Os argumentos do sermão: devem estar arrumados e relacionados entre si.
As ilustrações: Ela serve para iluminar a verdade exposta, jamais devemos usá-la com o objetivo principal, ou seja, após usá-la o preletor deve retornar ao assunto de sua prédica.
Conclusão (Perolação)_ Trate-se da finalização do sermão, alguns pregadores se preocupam mais com o outros momentos do sermão e acabam esquecendo da conclusão, ela é tão importante quanto os outros momentos. Ela deve conduzir o assunto da mensagem a um final adequado, eficaz e persuasivo. A conclusão pode ser:
Recapitulativa_ é a que faz uma breve recapitulação dos assuntos tratados na mensagem; Aplicativa_ é uma aplicação das verdades observadas no sermão, às vidas dos ouvintes; Apelativa_ é o resumo feito de tal forma a unificar que desemboca direto no apelo. O resumo de sua prédica é uma unificação entre a aplicação das verdades e o apelo a que recebam tais verdades.
Apelo_ a conclusão é o desfecho intelectual do sermão, o apelo é o seu desfecho indutivo e persuasivo. Aquele que leva os ouvintes a compreender as verdades discursadas no sermão e tomar uma atitude em relação a elas.





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Apostila de Qualificação de Obreiros Parte II

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A pouco tempo, tivemos a necessidade de separar alguns irmãos para o ministério ordenado (Diácono e Presbítero), O que nos surpreendeu, foi a tamanha dificuldade que tivemos para encontrar crentes realmente preparados para o exercício dos ofícios eclesiásticos. Nossa saída foi qualificar os candidatos para poderem abençoar a igreja verdadeiramente, por isso também disponibilizo em diversas partes, uma apostila de qualificação de obreiros. Se houver interesse de adquirir o material imediatamente, basta deixar o e-mail na caixa de comentário que certamente enviarei o arquivo gratuitamente.
 
ÉTICA CRISTÃ.
Objetivos da Lição:

Ao término desta Lição o Aluno Deverá saber Basicamente:
1.    Definir o que significa Ética Cristã;
2.    Quais os alicerces da Ética Cristã;
3.    Sobre casos Éticos Tópicos da Atualidade;
4.    Qual a perspectiva Bíblica de Namoro, Noivado e Casamento;
5.    Será capaz de posicionar-se sobre questões difíceis como: divórcio homossexualidade e política.
6.    Se há possibilidade de haver ordenação feminina para o ministério.

Introdução:
A ética cristã é de fundamental relevância ao obreiro eficaz, isso porque ele deverá lidar com diversas situações e questionamentos de toda espécie, ainda mais em tempos pós-modernos, sabemos que é muito comum saber de casos extravagantes. O Obreiro deve ser preparado para ter respostas em casos frequentes como de divórcio, adultério, ordenação feminina, etc...

Definição do Termo.
Etimologicamente o vocábulo “ética” deriva da palavra grega εθω “ethos” que significa um habito, costume ou rito. (Lc 1. 9; 2. 42; 22. 39).
Com tempo passou a designar conjunto de princípios ideais da conduta humana, ou seja, as normas que devem ajustar-se as relações entre diversos membros de uma sociedade.
Devemos encarar a realidade da existência da ética em três níveis possíveis, e é estabelecida no relacionamento entre Deus e o homem, entre o homem e Deus e entre os homens.

•    Entre Deus e os homens__ nos mostra as diversas leis e regras estabelecidas por Ele em consentimento para que o homem pudesse achegar-se pela graça. (Ex 18. 20).
•    Entre o homem e Deus__ Agora o homem deve responder a iniciativa divina em restabelecer o relacionamento entre as partes, as leis morais devem ser obedecidas essa e a parte do homem no pacto do VT e NT. (Dt 11. 13); (Rm 6. 15-23).
•    Entre os homens__ O relacionamento entre diversos grupos de nossa sociedade pluralizada, e a igreja que é um dos seguimentos da sociedade, deve obedecer aos princípios bíblicos para melhor harmonia com a mesma. (Hb 12. 14; Rm 12. 18).
 
Os Alicerces da Ética Cristã.
A Palavra de Deus (Jo 17. 17); Nela estão contidas as designações divinas para o homem poder relacionar-se com Deus, é onde Ele fundamenta seus valores.
(Sl 119. 105; Rm 15. 4).
A ética cristã considera que a Bíblia traz em si todo conhecimento necessário para um relacionamento agradável com Deus.
Uma citação oportuna da CFWM. (Confissão de Fé de Westminster).
•    O Juiz Supremo, pelo qual todas as controvérsias religiosas têm de ser determinadas e por quem serão examinados todos os decretos de concílios, todas as opiniões dos antigos escritores, todas as doutrinas de homens e opiniões particulares, o Juiz Supremo em cuja sentença nos devemos firmar não pode ser outro senão o Espírito Santo falando na Escritura.

A Vontade de Deus (Rm 12. 2).JFA-RA
Deve ser conhecida para ser experimentada, existindo algumas condições para isso:
•    “não vos conformar com este século, (aiwn-aion)”.
Este termo significa sistema que governa o mundo.
•    “ser transformado pela renovação da mente, (metamorfow-metamophoo; anakainwsis- anakainósis; nous-nous).”
O léxico empregado nesse versículo, dá profundidade a expectativa divina em relação ao homem, após ser alcançado pelo evangelho.
Dr. Matthew Henry acrescenta ao comentar o versículo de romanos:
“A obra do Espírito Santo começa, primeiramente, no entendimento, e se efetua na vontade, nos afetos e na conversação, até que há uma mudança em todo o há a semelhança de Deus, no conhecimento, a justiça e a santidade da verdade. assim, pois, ser piedoso é apresentar-nos a Deus.”
•    “Experiência com a vontade de Deus. (dokimazw-dokimazo; qelhma-thelema).”Que segundo o dicionário Strong dokimazo “é reconhecer como genuíno depois de exame, aprovar, julgar valioso”; e thelema “é o propósito de Deus em abênçoar a humanidade através de Cristo do que Deus deseja que seja feito por nós.”

A lei do Amor.
Os fundamentos da Ética Cristã estão na Justiça e no Amor, (Mq 6. 8), o crente deve praticar justiça misericórdia e humildade, ver (Mt 9. 13), onde Jesus recomenda as escribas a direção que  Deus espera dos verdadeiros santos.
Notas D.V. (Dicionário Vivas em espanhol), sobre Miquéias: “As pessoas provaram todas as formas possíveis de agradar a Deus (6.6, 7), mas O deixou em claro seus desejos: quer que seu povo seja justo e misericordioso e que caminhe humildemente com Ele. Em seus esforços para agradar a Deus, examine essas áreas com regularidade. É você justo em seu trato com a gente? Mostra misericórdia com aqueles que lhe fazem mal? Está você aprendendo a ser humilde?” Notas DV.

Casos Éticos Típicos e Atuais. “Namoro, Noivado e Casamento.”
Namoro_ Aqui se trata de compromisso sério, como o primeiro passo para o casamento não sendo permitidas relações sexuais.
Noivado_ é o segundo passo para o casamento, é a maturidade de um relacionamento a dois, porém ainda é uma fase de conhecimento conjugal ainda não sendo permitida a intimidade sexual aos noivos.
Casamento_ Em termos jurídicos é um contrato bilateral e solene, pelo qual o homem e uma mulher se unem, indissoluvelmente, legalizando por ele suas relações sexuais, estabelecendo a mais estreita comunhão de vidas e de interesses; e comprometendo-se a criar e educar a prole que de ambos nascer.

Divórcio.
A CFWM (Confissão de Fé de Westminster) Determina que autorização ou concessão para o divórcio, sejam sob dois motivos:
•    O adultério ou fornicação cometida depois de um contrato, sendo descoberto antes do casamento, dá à parte inocente justo motivo de dissolver o contrato; no caso de adultério depois do casamento, à parte inocente é lícito propor divórcio, e depois de obter o divórcio casar com outrem, como se a parte infiel fosse morta.
•    Posto que a corrupção do homem seja tal que o incline a procurar argumentos a fim de indevidamente separar aqueles que Deus uniu em matrimônio, contudo só é causa suficiente para dissolver os laços do matrimônio o adultério ou uma deserção tão obstinada que não possa ser remediada nem pela Igreja nem pelo magistrado civil; para a dissolução do matrimônio é necessário haver um processo público e regular. Não se devendo deixar ao arbítrio e discrição das partes o decidirem seu próprio caso.

Homossexualismo.
Designa-se como, pessoas que tem tendências ou que mantém relação afetiva-sexual com pessoas do mesmo sexo, podendo ser nomeados de passivo ou ativo; pode ser: homossexual, travesti, lésbica.
Está tramitando no Congresso Nacional uma lei que visa privilegiar, esse grupo minoritário, em detrimento da maioria heterossexual; vejam abaixo a parte mais polêmica da lei:
No dia 23 de novembro de 2006 o citado Projeto de Lei n°5006-b/2001 (PLC 122/06), que trata dos chamados crime de homofobia teve sua redação aprovada, em plenário, pela Câmara dos Deputados, (como já vimos anteriormente), está tramitando no Senado.
“Art. § 8º-B Proibir a livre expressão e manifestação de afetividade do cidadão homossexual, bissexual, ou transgênero, sendo estas expressões e manifestações permitidas aos demais cidadãos ou cidadãs: Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos.”

A Política e a Igreja.
Segundo o dicionário Aurélio, política é o princípio doutrinário que caracteriza a estrutura constitucional do Estado. Embora, saibamos da recomendação bíblica com relação às autoridades constituídas no mundo, (Rm 13. 1-7), a posição da igreja geralmente é apolítica, pois nosso objetivo é espiritual em primeiro plano, ao contrario da política do mundo, que visa o bem estar social em premissa, o que não é errado, mas a igreja busca um caminho sobremodo excelente.

A Ética Ministerial do Obreiro de Cristo. Pesquise versículos relacionados aos termos abaixo e insira ao lado de cada citação.
O obreiro como sacerdote do seu lar;
O obreiro com os seus vizinhos;
O obreiro a higiene e o asseio;
O obreiro e a sua fala;
O obreiro e a sua vida devocional;
O obreiro e a cultura;
O obreiro na igreja;
O obreiro e o púlpito;
O obreiro e a teologia do culto cristão;
O obreiro e a mordomia cristã.

A Ordenação de Mulheres ao Ministério Cristão.
Há uma grande confusão teológica em nossos dias, referente à ordenação feminina, a pergunta é: Mulheres podem ser ordenadas ao pastoreado?
Biblicamente não, embora seja inegável a importância das mulheres no ministério cristão. Ao vermos tudo o que foi feito em favor das mulheres por Cristo e seus Apóstolos, sabemos que há espaço para o serviço feminino na igreja, mas, não ordenado. (1Co 14. 34, 35; 1Tm 2. 12-15)
Após a Emancipação Feminina, nos idos de 1960, nos EUA as mulheres passaram a reivindicar igualdade de direitos em diversas áreas incluindo o ministério ordenado.
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Manual do Professor Eficaz (EBD)

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Aqui está uma excelente obra adicional, que complementa a EBD, e os métodos de ensino nela empregada. Sabemdo que há uma corrente, que afirma a ineficácia e inutilidade da EBD em nossos dias. Declarando: A EBD está totalmente ultrapassada em sua metodologia de ensino.

Aqui está uma resposta aos pessimistas de plantão. Donald L. Griggs, de forma peculiar, ensina a professores de EBD, empregar as metodologias da pedagogia acadêmica, a serviço da EBD e da Igreja de Cristo.

Esta é uma excelente obra, que pode ser utilizada como livro texto de cursos relacionados com EBD e Seminários Teológicos, recomendo esta obra á professores, teólogos, alunos de teologia, etc.

Precisamos de obras desse nível, que nos ajudam a implementar uma metodologia de ensino eficaz em nossas igrejas, tornando nossos alunos conhecedores da verdade divina , não só de forma abstrata, mas de forma objetiva e experimental.
Detalhes desta obra maravilhosa:
Título: Manual do Professor Eficaz

Sub-Título: (nova capa)

Autor: Donald Griggs

Editora: Editora Cultura Cristã

Assunto: Prof. Adultos

ISBN: Não informado / Não existente

Código de Barras: Não informado

Ediçao:

Tipo de Encadernação:

Número de Páginas: 144

Tópicos:
*As Funções do Professor
*Dez Decisões Sobre as Aulas
*Conceitos-Chave
*Objetivos do Ensino
*Atividades de Ensino/Aprendizagem
*Recursos de Ensino/Aprendizagem
*O Processo de Palnejamento
*Critérios para Avaliar os Planos de Aula
*A Arte de Fazer Perguntas
*Uso Criativo de Recursos Audiovisuais
*Relação entre Valores e Ensino
*Maneiras de Aumentar a Participação do Aluno
*Encontros de Preparação de Professores
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O ADVENTISMO DO 7º DIA / Seita ou Igreja Genuína?. Parte II.

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As Doutrinas do Adventismo

Os sabatistas misturam algumas verdades com seus abundantes erros, daí poder enganar aos que com sinceridade se lançam em busca da verdade. Normalmente, citam a Bíblia, porém sem o cuidado de examinar o contexto. Embora muitas de suas doutrinas sejam ortodoxas, existem outras que desviam o crente do caminho real. Convém que os membros das Igrejas evangélicas conheçam essas doutrinas e saibam como refutá-las, tendo em vista que eles também se dedicam ao proselitismo entre as Igrejas Evangélicas. Veja Mt 23.15

a) A expiação incompleta:

Os adventistas ensinam que Jesus entrou no santuário celestial no ano de 1844, e agora está cumprindo a obra de expiação. Esta doutrina a expiação incompleta e contínua é uma tergiversação das Escrituras num esforço para justificar as previsões errôneas de Miller. Não duvidamos da sinceridade dos que creram haver achado uma solução para o problema nessa "revelação" de Edson, porém ela não concorda com as Escrituras. A Bíblia ensina que Jesus penetrou no santuário celestial ao ascender ao céu e não no ano de l844. (Hb 6.19,20;8.1,2; 9.11,12, 23-26; 10.1-14).

b) Nossos pecados lançados sobre Satanás?

Os adventistas ensinam que o bode emissário (ou bode para azazel) de Levíticos 16.22,26 simboliza Satanás. Todas as nossas iniqüidades serão carregadas pelo diabo. Segundo eles durante o milênio, Satanás, levará sobre si a culpa dos pecados que fez o povo de Deus cometer, e será confinado e esta terra desolada e sem habitantes. Parece fantástico que alguém que se diz evangélico aceite doutrina tão contrária ao evangelho. Será que não se dão conta das implicações de tal ensino? Isto faria o diabo nosso co-salvador com Cristo, a expiação de nossos pecados seria realizada em parte por Cristo e em parte por Satanás. O simbolismo real desta passagem mostra Cristo levando sobre si os nossos pecados. Veja Jo 1.29; Is 53.6; Hb 10.18; J0 19.30; 2 Co 5.21; Rm 8.32.

c) O Sono da Alma:

Os adventistas ensinam que as almas dos justos dormem até a ressurreição e o juízo final. Este "sono da alma" é um estado de silêncio, inatividade e inteira inconsciência" . Baseiam esta crença principalmente em Eclesiastes 9.5, que diz: "Os mortos não sabem coisa nenhuma". O contexto demonstra que o autor deste versículo está falando sobre a relação dos mortos com a vida terrena e não sobre o estado da alma depois da morte. Leia os versículos 4 a 10 desse capítulo. Provas bíblicas da consciência da alma depois da morte acham-se nas palavras de Paulo quando diz que ao deixar o corpo estaria com o Senhor, cf. Fp 1.23,24 2 Co 5.1-8). Veja também Lc16.19-31; Lc 23.43. No monte da transfiguração, Moisés não estava "silencioso, inativo e totalmente inconsciente" enquanto falava com Cristo, cf. Mt 17.1-6. Veja ainda Ap 6.9-11. Etc.



Outras crenças errôneas

Normalmente, as crenças de uma seita ou religião baseiam-se em motivos muito fortes relacionados a experiências de seus fundadores, ou livros escritos e interpretados por eles. Nesse caso, os escritos dos fundadores tornam-se regra de fé e prática. No adventismo, como em outras seitas, temos verificado que os escritos de seus fundadores continuam sendo seus sustentáculos doutrinários, independentes da Bíblia.

a) A aniquilação de Satanás e dos maus:

 Os adventistas ensinam que Satanás seus demônios, e todos os maus serão aniquilados, completamente destruídos. A Senhora White diz que a teoria do castigo eterno é "uma das doutrinas falsas que constituem o vinho das abominações da Babilônia". Jesus Cristo usou a mesma palavra para referir-se à duração das bênçãos dos salvos e os tormentos dos perdidos em Mt 25.46: Eterno. Além disso, ele não disse aniquilação eterna, mas castigo eterno. Veja Também Mc 9.43,44. Em Ap 14.10,11, vemos que os adoradores do Anticristo serão atormentados "e o fumo de seu tormento sobe pelos séculos dos séculos". Isto não parece com aniquilação. Confira ainda: Ap 19.20; 20.2,7,10,15 etc.

b) A observância obrigatória do Sábado:

Os adventistas ensinam que os cristãos devem observar o Sábado como o dia de repouso, e não o Domingo. Crêem que os que guardam o Domingo aceitarão a "marca da besta". A senhora White ensina que a observância do Sábado é o selo de Deus. O selo do Anticristo será o oposto a isto, ou seja, a observância do Domingo. Vemos, pois, que o Sábado é uma parte do pacto especial feito entre Deus e Israel (Ez 20.10-13). O próprio Moisés explicou que era uma memorial de sua libertação da terra do Egito. Ao repousar de seu trabalho semanal, deviam recordar como Deus lhes havia dado o repouso da dura servidão do Egito ( Dt 5.12-15).

c) O Sábado foi abolido:

A palavra profética previa a chegada do Novo Concerto (Jr 31.31-33) e o fim do Sábado (Os 2.11), que se cumpriu em Jesus(Cl 2.14-17). Por essa razão, o Sábado não aparece nos quatro preceitos de Atos 15.20,29. O texto de Colossenses 2.16,17 deita por terra todas as teses dos adventistas. Paulo parece que está escrevendo aos adventistas quando escreve aos Gálatas e trata de livrá-los dos enganos dos judaizantes que queriam fazê-los guardar a lei. O livro inteiro ressalta que a salvação não é pelas obras da lei, mas pela fé em Cristo. Faz menção da observância de certos dias como uma parte da escravidão da lei (Gl 4.3-11)./ Cristo é o fim da lei ( Rm 6.14; 10.4).



Conclusão:

O discutir com os adventistas não dá nenhum bom resultado. Estão bastante preparados para discutir e convidam a discussão. Recorde-se que as discussões somente fazem que a pessoa resolva defender melhor a sua própria doutrina. É quase certo que o adventista citará Ap 14.12 e 1 Jo 2.4, para provar que devemos guardar o Sábado. Para isto devemos mostrar-lhes quais são os andamentos de Deus no Novo Testamento. Que ele mesmo leia 1 Jo 3.23; Jo 6.29; Rm 4.5; Gl 2.16; Jo 13.34,35; 5.10 e Rm 13.8-10; Ap 22.14. Procure fortalecer sua fé na obra perfeita de Cristo e guiá-los a um repouso perfeito nele, fazendo-os ver que agora a pessoa pode ter a certeza da salvação.

Fonte:Solascriptura
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O ADVENTISMO DO 7º DIA / Seita ou Igreja Genuína?. Parte I

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Introdução:
(O meu objetivo não é satanisar, os adventistas , mas expor seus argumentos que se contrapõe a palavra de Deus, tornanado impossivél o seguidor desta seita desfrutar da segurança da salvação em Cristo Jesus) Ivan Cesar S. Barboza.

"Não podemos pensar na origem dos "sabatistas" sem recordar os conflitos entre o apóstolo Paulo e os judaizantes. A luta entre o legalismo e o evangelho da graça de Deus é muito antiga. Continua em tempos modernos no vigoroso programa dos adventistas do Sétimo Dia. O sabatismo não é uma seita como, muita gente pensa: "uma denominação igual às outras, com a única diferença de guardar o Sábado". É uma seita perigosa que mistura muitas verdades bíblicas com erros tremendos no que se refere as doutrinas cristãs ou interpretações de profecias.

Origem do Adventismo:

Duas das Igrejas que estaremos estudando neste trimestre podem traçar sua origem nos ensinos de Guilherme Miller, embora não tivesse fundado nenhuma delas. São as Testemunhas de Jeová e os Adventistas do Sétimo dia.

a) Síntese Histórica:

No princípio do século dezenove houve um despertamento de interesse pela Segunda vinda de Cristo entre os cristãos. Guilherme Miller, pastor batista no Estado de Nova Iorque, dedicou-se ao estudo detalhado das escrituras proféticas. Convenceu-se de que Daniel 8.14 se referia à vinda de Cristo para "purificar o santuário". Calculando que cada um dos 2.300 dias representava um ano, tomou como ponto de partida a carta de regresso de Esdras e seus compatriotas a Jerusalém e 457 a.C., e chegou à conclusão de que Cristo voltaria à terra em 1843, Isto foi em 1818.

b) O fracasso de Miller:

Por um quarto de século, Miller proclamou a mensagem para classes especiais a cristãos de diferentes Igrejas. O interesse dos crentes em relação à mensagem era crescente e o número deles ia de cinqüenta a cem mil pessoas preparando-se para o fim do mundo. Muito crentes doaram suas lavouras, e se prepararam para receber o Senhor no dia 21 de março de l843. Chegou o dia e o evento esperado não aconteceu.. Miller revisou os seus cálculos, descobriu um erro de um ano. Devia ser no dia 21 de março de l844. Ao chegar essa data, nada aconteceu. Uma vez mais um novo cálculo indicou que seria o dia 22 de outubro de mesmo ano. Porém essa previsão também falou.

c) O Arrependimento de Miller:

Guilherme Miller, dando toda a prova de sua sinceridade e honradez, confessou simplesmente que se havia equivocado em seu sistema de interpretação bíblica. É preciso certa grandeza de alma, ou graça do Senhor para reconhecer abertamente seu próprio erro. Miller a teve e não mais tratou de defender a interpretação que havia proclamado por um quarto de século. Porém nem todos os seus discípulos estavam dispostos a abandonar a sua mensagem. Dos muitos que o haviam seguido, três se uniram para formar uma nova Igreja, baseada numa nova interpretação da mensagem professada por Miller.



O desenvolvimento da seita

O dia depois "da grande desilusão", Hiram Edson um fervoroso discípulo e amigo pessoal de Miller, teve uma "revelação". Nela compreendeu que Miller não estava equivocado em relação a data, mas sim em relação ao local. Disse que Cristo havia entrado no dia anterior no santuário celestial, não no terrenal, para fazer uma obra de purificação ali. Edson partilhou com outros membros de seu grupo as "boas-novas". Outros dois grupos se uniram a essa nova revelação: um dirigido por Joseph Bates que dava ênfase a guarda do Sábado e outro dirigido por Hellen G. White, que dava ênfase aos dons do Espírito.

a) As revelações de Helen White:

As revelações de Helen White tiveram muito que com a formação das doutrinas dos adventistas, e seus escritos prolíficos contribuíram grandemente para a expansão da Igreja. Ela e seu esposo disseminaram amplamente seus ensinos proféticos e doutrinários por meio de revistas e livros. Embora a Igreja adventista afirme que a Bíblia é sua autoridade doutrinária, ainda crê que Deus inspirou Helen White em sua interpretação das Escrituras e em seus conselhos, conforme se encontram em seus livros.

b) Obras da Sra White:

Como já dissemos, os livros da Sra. White são considerados "inspirados" por Deus e no mesmo nível da Bíblia, que citam apenas para comprovar o que ensinam, buscando versículos ou passagens isoladas. O livro "o grande conflito" é considerado a obra prima da Sra. White e recomendam-no largamente. Tal livro já foi editado em mais de 30 línguas com uma vendagem superior a dois milhões de exemplares. Entre outras obras, as mais importantes são: Vida de Jesus, Patriarcas e Profetas, Veredas de Cristo, O desejado de Todas as Nações.

c) Os nomes da Seita:

Os adventistas do sétimo dia já usaram através dos tempos os seguintes títulos: Igreja Cristã Adventista (1855); Adventistas do Sétimo dia (1860); União da Vida e Advento (1864);Igreja de Deus Adventista (1866); Igrejas de Deus Jesus Cristo Adventistas (1921); Igreja Adventista Reformada; Igreja Adventista da Promessa; Igreja Adventista do sétimo dia ( Atual). Existem outros grupos como Igreja Adventista da Promessa, Igreja Adventista do pacto, etc, porém o mais importante é a Igreja Adventista do Sétimo dia, conhecida como Sabatista ou Sabatismo."

Fonte:Solascriptura
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Epistola aos Romanos. Parte II.

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A Pregação necessária para a Grande Cidade
(Rm1.11-15)
Paulo, apóstolo para os gentios (Rm1.5), quer contribuir e receber contribuição. É a mutualidade da igreja. Recebemos dons de Deus para nos edificarmos uns aos outros. Todos os dons Como pregar a Palavra de Deus, por exemplo, e todas nossas habilidades são para a edificação do irmão e, conseqüentemente, da igreja. Todo encontro cristão deve ser para edificação, para consolo, ou exortação mútua, como quer Calvino. Ajudemo-nos na caminhada cristã compartilhando a Palavra de Cristo, estimulando-nos mutuamente para não desfalecermos no caminho, e exortemo-nos para que rotas erradas sejam corrigidas.

É a esta edificação que o apóstolo chama de fruto (Rm 1.13). Paulo estava sempre pronto para anunciar o evangelho, como em Roma, e não só ajudar aquela igreja na tarefa de evangelização, como aprofundar o conhecimento dos irmão quantos aos ensinos do evangelho.
Como Paulo, devemos estar sempre desejosos e prontos para edificar os irmãos, para anunciar o evangelho. Este deve ser o estilo de vida da igreja. Vida essa ainda mais necessária no contesto urbano.    
Fonte: Revista Compromisso.
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Epistola aos Romanos

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Roma o Desafio da Grande Cidade
 (Rm 1.8-10)
Roma, a cidade eterna, como era designada, era voltada ao prazer a qualquer preço. Basta lembrar uma das frases do imperador Julio Cesar, no tocante a isso: "Quero ser o homem de todas as mulheres, e a mulher de todos os homens". Quão dificil era viver como cristão em meio a tais circunstãncias! Daí a expressão de gratidão de Paulo pelo estilo de vida da igreja de Roma, testemunhado pelas igrejas de todo o mundo. Certamente referia-se à fidelidade em meio às tentações a que estavam expostos, à firmeza na fé frente a sempre à sempre presente possibilidade de perseguição (eram tempos de Nero 54 d.C. 64d.C. Primeiro imperador a perseguir os cristãos).
Referia-se também, provavelmente, à atuação social dos cristãos na cidade, que tornava marcante sua presença. A história conta do testemunho do imperador Juliano (661d.C.-363d.C.) que, embora inimigo do cristianismo, atesta em carta a seu amigo Lucrécio a atuação dos cristãos em favor dos pobres, tanto dentre os seus como dos não-cristãos. 

Este é o desafio de todos os Cristãos urbanos (no Brasil, cerca de 70% da população vive nas cidades ): ser atuante na cidade sem se deixar envolver por ela, resistindo à tentação de ser derrotado pelo isolacionismo e individualismo egoísta que a cidade propicia, insitindo em marcar sua presença pela prática da fé, com toda misericórdia que o contesto social exige.
Paulo pede a Deus a oportunidade de visitar os Romanos, pois, também, os tem sempre como alvo de intercessão (forma veemente de atestar sua sinceridade) testemunho de sua consciência quanto à dificuldade de viver o cristianismo de modo pleno em meio a um ambiente tão hostil.
Fonte: Revista Compromisso 
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A Epístola aos Romanos Uma Carta pra Hoje. Parte I.

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Uma carta Pra Hoje
Paulo se apresenta como servo de Cristo, chamado para ser apóstolo (Rm.1.1-7), isto é, ser enviado para levar o Evangelho de Cristo aonde ele ainda não foi anunciado (Rm.15.20).
 
Qualquer ministro deve ser fruto da disponibilidade em servir a Cristo. Paulo expõe as bases das boas novas que anuncia, as promessas dos profetas (Rm.1.2), e o cumprimento total dessas profecias em Jesus Cristo, tanto na vida como na morte e também na ressurreição (Rm.1.4).

O apóstolo deixa claro que apresenta Jesus Cristo como Messias profetizado, que seria filho de Davi, e que pelo fato de ter ressucutado dentre os mortos foi designado o Filho de Deus. "Paulo está dizendo que o poder da ressurreição representava o decreto pelo qual, como se acha no  Salmo 2.7: "Hoje te gerei", Cristo foi declarado  Filho de Deus.

Paulo esclaresce ainda que Deus lhe deu a graça capacitadora e o apostolado que é o ministério pelo qual essa graça veio a ser possível. "A tradução recebi graça para ser apóstolo seria preferível. Deus fez isso por amor ao seu nome para que fosse conhecido pelos gentios, isto é, para que os gentios tivessem a oprtunidade de receber a salvação, porque "a fé vem por ouvir a mensagem, e a mensagem vem por meio da pregação a respeito de Cristo" (Rm.10.17); Deus assim agiu para que pela fé pudessem os gentios obedecer a Ele, Submeter-se à sua vontade e experimentar a qraça que lhes possibilita viver em obediência ao Senhor: De fato Sem fé é impossível agradar a Deus (Hb.11.6).

Paulo encerra a sua apresentação falando de seu amor para os que estão em Roma, reconhecendoque também eles estão entre os que Deus chamou para viverem exclusivamente para ele, que é o significado de ser santo.(Rm. 1.1-32)
Fonte: Revista Compromisso.
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Romanos o Evangelho de Paulo. Parte III.

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Forma Literária
O mais antigo manuscrito de "Romanos" é P46, datando de cerca de 200d.C. arquivado na Univercidade de Michigan, USA.as cartas de Paulo, esta inclusive, seguiram o padrão de outras cartas do primeiro século. Havia sempre uma saudação seguida de oração, ação de graças e o conteúdo especial, com saudações especiais e saudações pessoais no final.
O uso de um grande paulino é central em Romanos. Pelo menos três das grandes passagens que apresentam esse credo têm a caracteristica de hinos, e o reconhecimento dessas e de outras como hinos lança uma nova luz sobre o papel das melodias  como meios de comunicação na adoração da igreja primitiva.
Todas as formas literárias usadas por Paulo em Romanos são importantes para que se entenda o conteúdo em seu ambiente histórico. É quase impossível conhecer o que significa uma passagem hoje em dia, não for reconstituído o seu significado para ontem.

Conteúdo Teológico
Dentre todas as cartas de Paulo, Romanos é a que mais aproxima de um tratado teológica. o âmbito do pensamento é tão vasto que é possível construir um sumário de sua teologia nos pontos mais cruciais, abaixo citados. 
Deus é revelado em justiça e ira  e em  bondade e amor... A criação não é apenas uma manifestação do poder e da divindade de Deus... A coroa da criação é o próprio homem... A reconciliação do homemde Deus é a sua mais profunda necessidade ... Morte e ressurreição constituem o ponto focal da cristologia de Paulo... A vida cristã da humanidade remida, começa com a justificação. A vida cristã é vivida na comunidade do amor...
A respeito do conhecimento de Deus por parte do homem, pode ser dito que Paulo cria que há uma revelação geral de Deus e na oredem da criação e na consciência humana (Rm1.19,20;2.14,15), bem como uma revelação preparatória especial no Antigo Testamento, que encontra seu cumprimento em o Novo Testamento (Rm3.21).
Significado espiritual
A relevância da Epístola aos Romanos, em relação a muitos problemas contemporâneos, é notada, pois ela, repetidamente tem sido o instrumento usado por Deus para a renovação do seu povo. (Pelágio e Agostinho, "pais da igreja"são citados).
Romanos propiciou renovação outra vez na época da Reforma. Lutero, que era monge agostiniano, começou a sua fé exposição de Romanos em novembro de 1515 d.C. e, por volta de setembro do ano seguinte, o tema de um Deus justo havia produzido uma renovação . Ele testificou: "Logo depois , eu me senti renascido, e transportado ao paraiso, através de suas portas abertas." João Calvino escreveu o seu comentário a Romanos em 1539 d.C. enquanto estava no exílio... Na teologia recente, a Epístola aos Romanos tem sido a base para vários comentários significativos. Três deles causaram uma grande um grande impacto sobre a teologia e a vida da igreja moderna: AQ "Epístola aos Romanos" , de KarlBarth, publicado  na Alemanha em 1919d.C. "comentário de Romanos " do teólogo congregacional inglês , C.H.Dodd, em 1944d.C. e o "comentário aos Romanos", do teólogo sueco luterano, Anders Nygren em1944d.C.
Há grande perigo em perguntar o que Paulo diz hoje, antes de perguntar o que ele disse no contexto histórico de ontem. Nunca haverá um comentário definitivo a Romanos, pois o poço é profundo demais para secar-se: por isso, todos podem ainda chegar-se a esta fonte, para renovar a sua fé.
Fonte: Revista Compromisso

 
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Romanos o Evangelho de Paulo. Parte II.

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Situação Histórica
A autoria da Epístola aos Romanos está acima de qualquer disputa séria. Todos os eruditos competentes concordam que foi ditada aum escriba a serviço do apóstolo Paulo, ou composta por aquele, durante a sua terceira viagem missionária. Desta forma, ela é a conclusão do seu trabalho missionário na bacia oriental e a introdução aos seus planos futuros no ocidente, bem como a discussão mais detalhada do seu evangelho.

Há mais concordância geral de Corinto ser o lugar da Epístola, mas alguns eruditos sugerem filipos, pouco depois que Paulo saiu de Corinto. No fim de 56 d.C., Paulo chegou a Corinto, para uma última estada de três meses, e partiu antes da festa dos Pães Asmos, isto é, na primavera de 57 d.C. (At.20.3-6). Se o Gaio, que era seu hospedeiro e que enviou saudações  (Rm.16.23); é o Gaio que ele batizou em Corinto (1Co.1.14), então o problema está praticamente resolvido. A presença de Febe, (diaconisa) da igreja de Cencréia, porto oriental que servia a Corinto, aumenta a evidência. Paulo parece escrever pouco antes de se prepararpara deixar a cidade de Corinto (Rm.15.25,At.20.3).

Roma a capital e maior cidade do ImpérioRomano, era a destinatária da carta. É importante notar que a igreja em Roma era uma comunidade que falava grego, firmemente estabelecida quando Paulo escreveu. O consenso crescente dos eruditos, protestnates e alguns católicos romanos, é que os convertidos judeus helenistas, provindos da Palestina e Síria, levaram o evangelho a Roma em data bem mais antiga por volta de 30 d.C.(At.2.10).

Na época em que Paulo escreveu "aos romanos", a sua ambiçãoera fazer uma visita de passagema Roma, depois de terlevantado uma ofertanas igrejas gentias, para os santos pobres de Jerusalém (Rm.15.22-29).É bem possível, dadas às circunstânciasque Paulo não previa totalmente, que ele apenas não chegou a Roma, mas pregou na Gália e Espanha. Na sua volta a Roma, ele, juntamente com Pedro, pereceu em algum tempo durante a persequição de 64/68d.C.
Fonte: revista Compromisso.

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Romanos o Evangelho de Paulo. Parte I

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Introdução:
Escrita aproximadamente entre 55 d. C., “a Carta de Paulo aos Romanos tem sido considerada como chave de Deus para a compreensão de toda Escritura. Nela Paulo alinhava os grandes temas da Bíblia; (Lei, Julgamento, Destino humano, Fé, Obras, Graça, Justificação, Santificação, Eleição, O plano da salvação, A obra de Cristo e do Espírito Santo, A esperança cristã, A natureza e vida da igreja, O lugar do Judeu e do não Judeu, nos propósitos de Deus, A filosofia da igreja e a história do mundo, o significado e a mensagem do Antigo Testamento, Os deveres da cidadania cristã, e os princípios da retidão e moralidade pessoal).

Romano nos abre uma perspectiva através da qual a paisagem completa da Bíblia pode ser vista e a revelação de como as partes se encaixam no todo se torna clara. O estudo de Romanos é vitalmente necessário para a saúde e entendimento espiritual do cristão.

Paulo não conhece a igreja em Roma, entretanto, intentando ir à Espanha, evangelizar, (Rm 15.24), espera visitá-la no caminho, assim como tê-la como apoio em sua empreitada. É uma carta para apresentar-se isto é, discorrer sobre seu ministério e entendimento do evangelho, que são suas credenciais, assim como solicitar apoio financeiro e logístico para sua viagem missionária a Espanha.

“O fato da fé dos cristãos de Roma ser bem conhecida, (Rm 1.8), e o desejo de Paulo de visitá-los há um bom tempo, (Rm 1.13) indicam que a fé cristã tinha sido estabelecida na capital do império há bastante tempo. Estes fatos são apoiados pelas Palavras do historiador romano Suetônio, que diz que Cláudio já tinha expulsado os judeus (em 49 d.C.) por terem criado um tumulto ‘por causa de um tal Cresto’ (evidentemente uma referência a Cristo).

Visitantes de Roma estavam presentes no dia de no dia de pentecostes, (At 2.10-11) e podem ter sido os primeiros a levarem as boas novas à cidade. Por causa da importância estratégia da cidade e do grande número de judeus que lá vivia, a mensagem do evangelho deve ter chegado a Roma como que atraída por um ímã. Apesar da tradição, é certo que a igreja não foi fundada por Pedro. A ausência de qualquer referência a Pedro. Ou aos outros apóstolos indica que a igreja romana não vivenciou um ministério apostólico direto.

Fonte: Revista Compromisso
Ano :X – N° 37
Publicação trimestral JUERP
Por: Ariovaldo Ramos. 
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Tabela de Peso, Moedas e Medidas. Parte II

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2. Moedas
2.1: No Antigo Testamento.
1. Siclo, a mina e o talento eram peças ou barras de metal, (prata, ouro) usadas como meio de pagamento (2Rs18. 14).
2. Como moeda, aparece o darico (1Cr 29. 7; Ed 2. 69; 8. 27; Ne 7. 70, também traduzido por "dracma"), uma moeda de ouro que pesava 8, 4g.
3. A peça de dinheiro(ou quesita, Gn 33. 19) é de valor ignorado.

2.2: No Novo Testamento.
Nome                              Tipo                            Correspondente                         Proporção
                                                                            Bíblico
Lepto(Mc12. 42,             Moeda de cobre          1/2 do quadrante                          1/128
"pequenas moedas")               ou de bronze              ou 1/128do denário  

 Quadrante(Mc 12.42     Moeda romana            1/4do asse                                     1/64
RA; RC, "cinco réis"                   de cobre               ou 1/64do denário  

Asse ( Mt 10.29, "cetil")   Moeda romana             1/16 do denário                            1/16 
                                                 de cobre

Denário(unidade básica   Moeda romana             salário de um dia                             1
Mt 20.2, "dinheiro")                    de prata              de trabalho                        

Dracma( unidade básica  Moeda grega                igual a um denário                          1
 Lc 15.8)                                 de prata

Didracma                       Moeda grega                2 dracmas                                      2
(Mt 17.24)                              de prata                  ou 2 denários

Tetradracma (Mt          Moeda grega                 4 dracmas                                     4
"moedas prata")                      de prata                 o quatro denários   

Estáter (Mt17.27)        Moeda grega                 2 didracmas                                   4
                                            de prata                   ou 4 denários

Mina (Lc 9.13)              Moeda grega                100 denários                                  100
                                              de ouro

Talento (Mt 25.15)        Prata ou ouro               6.000 denários                               6.000

*Calculando-se que um diarista no Brasil ganhe o equivalente a 10 dólares por dia (igual a um denário), um talento de prata valeria 60.000 dólares. O talento de ouro valia umas trinta vezes maisdo que o talento de prata.

   

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Orare e Labutare

"Orare e labutare foram palavras empregadas por Calvino para resumir a sua concepção hermenêutica. Com estes termos ele expressou a necessidade de súplica pela ação iluminadora do Espírito Santo e do estudo diligente do texto e do contexto histórico, como requisitos indispensáveis à interpretação das Escrituras."

Paulo R. B. Anglada

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