"Os homens, para serem verdadeiramente ganhos, precisam ser ganhos pela verdade".

C. H. Spurgeon

Apostila de Qualificação de Obreiros Parte V

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A pouco tempo, tivemos a necessidade de separar alguns irmãos para o ministério ordenado (Diácono e Presbítero), O que nos surpreendeu, foi a tamanha dificuldade que tivemos para encontrar crentes realmente preparados para o exercício dos ofícios eclesiásticos. Nossa saída foi qualificar os candidatos para poderem abençoar a igreja verdadeiramente, por isso também disponibilizo em diversas partes, uma apostila de qualificação de obreiros. Se houver interesse de adquirir o material imediatamente, basta deixar o e-mail na caixa de comentário que certamente enviarei o arquivo gratuitamente.






Teologia Pastoral/ Administração Eclesiástica

Objetivo da Lição:

Ao término desta Lição o Aluno Deverá saber Basicamente;
1.      O que é Administração;
2.      O que é Administração Eclesiástica;
3.      Administração na Perspectiva Bíblica e do AT e NT;
4.      Sobre Gestão Documental;
5.      Sobre Elaboração de Um Estatuto;
6.      Sobre Recrutamento, Seleção e Treinamento dos Obreiros.
Introdução:
É comum em nossos dias vermos de forma geral uma falta de organização em diversos segmentos da sociedade, mas, sobretudo na gestão das igrejas, principalmente as pentecostais, isso se deve ao fato de geralmente elas estarem fundamentadas na figura do Líder (de forma exagerada). Essa disciplina tem o propósito de mostrar que podemos ser espirituais sem perdermos o foco administrativo regulamentar. Veremos que as duas correntes ao serem ligadas podem cooperar para o crescimento e o bom desenvolvimento do Ministério Cristão.

O que é Administração Secular e a Administração Eclesiástica.
Definindo administração secular: É a ciência que trabalha a arte de planejar, prever, organizar, comandar e controlar.
Definindo administração eclesiástica: É o estudo dos diversos assuntos ligados ao trabalho da igreja no que toca a função do Líder.
A administração eclesiástica trata deforma plena a igreja como organização e organismo:

Igreja como Organização, expressa a ideia de igreja como instituição, sua composição física, ou seja, local de reunião, horário de cultos, grupos de senhoras, jovens, adolescente, etc...

Igreja como Organismo, expressa a ideia de igreja como corpo de Místico de Cristo, isto é, independente de suas barreiras temporais, forma de culto, horário de reunião, etc...

Administração sob o Ponto de Vista Bíblico no A. Testamento.
Ex: Podemos observar que Deus escolhe Israel dentre os povos para sua possessão perpetuamente, para que através dessa nação pudesse manifestar sua revelação Especial; O tabernáculo com seus serviços administrativos, estipulado por Deus com objetivo claro e direto de ensinar o povo a diferença entre o santo e o profano; A escolha da tribo de Levi para administrar seu santuário; os juízes que julgavam a nação segundo a lei divina dentre eles Débora, Sansão...; Os profetas que eram porta-vozes de Deus e declaravam o conselho divino; Os reis de Israel dentre eles Davi, Salomão. Esses são os principais modelos de administração da igreja no Antigo Testamento...

Administração sob o Ponto de Vista Bíblico no N. Testamento.
A administração (gr. οικονομια oikonomia) focada nas parábolas, (Narrativa de história do cotidiano, cujo teor, esclarece verdades espirituais), do Senhor Jesus.
A parábola do administrador, (gr. οικονομος oikonomos) Infiel enfoca a habilidade do administrador na sua articulação administrativa. (Lc 16. 1-12).
(1) Dizia Jesus também aos seus discípulos: Havia certo homem rico, que tinha um mordomo; e este foi acusado perante ele de estar dissipando os seus bens. (2) Chamou-o, então, e lhe disse: Que é isso que ouço dizer de ti? Presta contas da tua mordomia; porque já não podes mais ser meu mordomo. (3) Disse, pois, o mordomo consigo: Que hei de fazer, já que o meu senhor me tira a mordomia? Para cavar, não tenho forças; de mendigar, tenho vergonha. (4) Agora sei o que vou fazer, para que, quando for desapossado da mordomia, me recebam em suas casas. (5) E chamando a si cada um dos devedores do seu senhor, perguntou ao primeiro: Quanto deves ao meu senhor? (6) Respondeu ele: Cem cados de azeite. Disse-lhe então: Toma a tua conta, senta-te depressa e escreve cinquenta. (7) Perguntou depois a outro: E tu, quanto deves? Respondeu ele: Cem coros de trigo. E disse-lhe: Toma a tua conta e escreve oitenta. (8) E louvou aquele senhor ao injusto mordomo por haver procedido com sagacidade; porque os filhos deste mundo são mais sagazes para com a sua geração do que os filhos da luz. (9) Eu vos digo ainda: Granjeai amigos por meio das riquezas da injustiça; para que, quando estas vos faltarem, vos recebam eles nos tabernáculos eternos. (10) Quem é fiel no pouco, também é fiel no muito; quem é injusto no pouco, também é injusto no muito. (11) Se, pois, nas riquezas injustas não fostes fiéis, quem vos confiará as verdadeiras? (12) E se no alheio não fostes fiéis, quem vos dará o que é vosso?
Todos os apóstolos, mais principalmente o apóstolo Paulo tinha uma visão para administração eclesiástica muito clara, em todas suas cartas ele aborda o assunto geralmente recomendando que se organizem as igrejas com pessoas preparadas para os ofícios eclesiásticos.

Funções do Governo da Igreja.
Três funções existentes na igreja: Legislativo, Executiva e Judicial.

 A função Legislativa na igreja compete só a Cristo. Seus ensinos estão contidos na Bíblia Sagrada. Ele é o único capaz de legislar para sua igreja.

A função Executiva é exercida pelo ministro, pelo pastor, que investido pela autoridade outorgada pelo Senhor e a igreja realiza todos os atos oficiais e preside os trabalhadores em geral.

A igreja compete à ação Judicial é ela quem admite membros, quem julga as faltas dos membros e quem reconcilia os eliminados que se restauram. Toda autoridade judicial compete a ela.

A Disciplina na Igreja.
Nos tempos apostólicos a disciplina eclesiástica era muito rígida. Ver o caso de Ananias e Safira (At 5. 11).
As leis que regem a execução da disciplina: a Lei do amor e a Lei do perdão.

As duas espécies de ofensas; Particulares e Públicas.
Ofensas particulares devem ser tratadas de acordo com a instrução do Senhor. (Mt 5. 23, 24; 18. 15-17).

Ofensas públicas devem ser tratadas de forma bíblica ex. (1Co 5. 3-5, 9-13).

O valor da disciplina:
A disciplina tem como objetivo manter a santidade e ordem na igreja, já que os homens mudam com o passar do tempo, contudo a Bíblia jamais muda e é nela que estão contidas todas as regras e modelos a serem seguidos por cristãos.


A organização de uma igreja local:
Em Jerusalém os cristãos reuniam-se no Pórtico de Salomão.
E costumavam todos reunir-se, de comum acordo, no Pórtico de Salomão.” (At 5.12b).
 Posteriormente devido ao aumento da perseguição (por parte dos judeus) as igrejas primitivas eram organizadas basicamente nas casas dos crentes.
As igrejas da Ásia vos saúdam. Saúdam-vos afetuosamente no Senhor Aquila e Priscila, com a igreja que está em sua casa.” (1Co 16. 19).

Leis Atuais Relacionadas à Abertura de Templos Evangélicos e seus Respectivos Cultos:
·         Artigo 5º da Constituição Federal.
·         Lei 2.887/98 (Relacionada à Reforma Protestante).
·         Lei 3.734/2001 (Relacionada à abertura de Templos Evangélicos).
·         10.170/2000 (D.O. da União – de 30/ 12/ 2000/ faculta as igrejas Evangélicas o recolhimento de apenas 20% do INSS).
·         Lei 4.421/2004 (criou o dia do pastor no Calendário Cultural do Estado do Rio de Janeiro).
Art. 1º Fica instituído anualmente, o 2º (segundo) domingo do mês de junho como o “Dia do Pastor Evangélico”, que passa integrar o Calendário oficial do Estado. Nova redação dada pela Lei nº 4421/2004.
·         Emenda Constitucional nº 04/2003 (Dispensa em todo Estado do Rio de Janeiro a exigência de alvarás para as igrejas Evangélicas, bem como, proíbe que os Municípios criem obstáculos geográficos à instalação de novos templos religiosos).
·         Lei 8.069/90 (Administração Eclesiástica e o ECRA – Estatuto da criança e do adolescente).

Organização Documental na Igreja Local:
·         A Lei nº 10.825/03 retirou da igreja a natureza jurídica de uma simples “associação civil”, ocasionando com isso a não incidência imediata da obrigatoriedade de se adequar a seu Estatuto aos ditames de novo Código Civil, terminando com toda a insegurança jurídica em torno do tema.
·         Contudo isso não significa que as mesmas não precisem revestir-se de alguns cuidados em sua administração, pois toda igreja (organização religiosa), por ser uma pessoa jurídica de direito privado, deve ter Estatuto, bem definido, as suas estruturas internas segundo o governo eclesiástico estabelecido (pode ser Episcopal, Presbiteral e Congregacional), resguardando suas particularidades regionais e litúrgicas. Daí a impossibilidade de uma única “forma” para gerir todas as igrejas como estava determinado na Lei anterior.
·         No texto original do Código havia a seguinte classificação:
Artigo 44 – São pessoas jurídicas de direito privado:
                                   I.            As Associações
                                 II.            As Sociedades
                               III.            As Fundações
Com as alterações, o artigo ganhou mais dois incisos:
                              IV.            As Organizações Religiosas
                                V.            Os Partidos Políticos.
·         O artigo 44 também ganhou parágrafos:
Parágrafo 1º: São livres a criação, a organização, a estruturação interna e o funcionamento das organizações religiosas, sendo vedado ao poder público negar-lhes reconhecimento ou registro dos atos constitutivos e necessários ao seu funcionamento. * Isso significa que as organizações religiosas são livres para definir sua estruturação interna e o seu funcionamento, podendo inserir livremente em seu estatuto a sua forma de governo, administração e responsabilidades diversas.
Parágrafo 2º: As disposições concernentes às associações aplicam-se subsidiariamente às sociedades que são objeto do Livro II da parte Especial deste Código. * Este parágrafo dez respeito apenas a aplicação subsidiaria para as sociedades mercantis e não as igrejas.
Parágrafo 3º: Os partidos políticos serão organizados e funcionarão conforme o disposto em Lei específica. * Este parágrafo incluiu os partidos políticos como pessoa jurídica de direito privado.
Paragrafo único do artigo 2.031: O disposto neste artigo não se aplica às organizações religiosas nem aos partidos políticos. * No caput desse artigo é definido o prazo de um ano para as adaptações. Com o parágrafo único, este prazo não se aplica às organizações religiosas nem aos partidos políticos.

Como Elaborar um Estatuto:
Ato Constitutivo.
ü  Data de Fundação
ü  Local do Evento (Assembleia Geral da Instituição a ser criada)
ü  Nome Completo, Qualificação e Endereço (da Instituição)
ü  Aprovação do Nome – Sede e Estatuto
ü  Eleição da Posse da Diretoria
ü  Fixar Mandato: Início e Término
ü  Assinatura na ATA: Pres. Da Assembleia e Secretário.
Estrutura do Estatuto:
ü  Estatuto - nominar por Artigos
ü  Capítulos I – Denominação; Finalidade e Duração. Art. 54, ICC 2002
ü  Capítulos II _ Órgãos Administrativos:
a)      Organização – Diretoria – Conselho Fiscal – Discriminar forma de Eleição – Art. 54, V CC. 2002
b)     Cargos da Diretoria – Art. 54, V CC.
c)      Órgão Deliberativo – Ordinário e Extraordinário
d)     Discriminar os Cargos da Diretoria – Executiva e Suas Competências e Atribuições – Art. 46, III e Art. 54, V CC.
e)      Constar Cláusulas Específicas Definindo o Critério Sem Fins Lucrativos.
f)       Discriminar o Campo: “Conselho Fiscal”.
ü  Capítulo III – Dos Associados: Seus direitos e deveres
ü  Capítulo IV – Fonte de Recursos para a Manutenção de Entidade.
Registos Cartorial de Títulos e Documentos:
ü  Apurar sobre o nome da instituição (Não poderá haver homônimos: A diretoria não poderá ter nome negativado, a diretoria não poderá ter nome negativado).
ü  Publicação em Diário Oficial.
Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ):
ü  Órgão Público da Receita Federal
ü  Especificação de Atividades sem fins Lucrativos.
Sistema de Governo Eclesiástico:
Ver na pg. 24 A Lei nº 10.825/03 – Art. 44 § 1º do CC.
Igreja Batista – Que adota o sistema de governo Democrático, em que a vida administrativa da igreja é decidida pela sua assembleia.

Igreja Metodista – Que adota o sistema de governo Episcopal. Um colegiado de bispos decide e cria normas, onde são encaminhadas cartas às igrejas locais da denominação, que administradas por um clã.

Redigindo uma ATA.
Devem estar contidos em uma ATA Ordinária de Igreja Local os seguintes tópicos:
O número da ATA por extenso, data, local, endereço completo, a citação do Artigo do regime interno que regulamenta a assembleia solene, nome completo do Pastor verificação do quórum, após dá-se inicio aos trabalhos.
Anota-se o nome das pessoas que foram dadas oportunidades, para cantar, orar e fazer a leitura oficial colocando nome do livro, capítulo, e versículos citados.
 Apresentação do relatório da tesouraria, nome do tesoureiro entradas e saídas de recursos deve ser escrito numericamente e por extenso.
Comissão de Exame de Contas Nome do relator apresenta o relatório, assinado pelos membros da comissão, que comprova a lisura do trabalho do tesoureiro; averiguado isso acompanha a citação aprovado.
Nomeação da Comissão de Exame de Contas para o próximo ano, mandato bienal citar os anos, o Conselho poderá apresentar os nomes à Assembleia.
A eleição do tesoureiro, seu mandato deve ser bienal citar os anos, a votação deve ser feita por cédulas feitas às contagens dá-se à eleição ou reeleição se for o caso, nome do irmão, endereço completo, documentos civis, citar a quantidade de votos. A apresentação do relatório eclesiástico informações sobre atividades da igreja, o número de membros recebidos, o número dos batizados, transferidos, jurisdição, reconciliação, o número dos desligados, exclusão, abandono falecimento, transferência. Número total de membros que passa para o próximo ano.
Terminado o trabalho encerra a reunião com louvor e oração, horário do término, o pastor impetra a benção apostólica e secretário assina a ATA seguido do Pastor.

Recrutamento Seleção Treinamento e Exclusão de Membros.
 Selecionando Crentes para a obra do Ministério:
Temos um grande déficit no ministério da igreja, em geral isso é devido á uma grande dificuldade em escolher e preparar pessoas para tal ofício. Como identificar as suas vocações? Prepara-los?

Aqui está a primeira dificuldade no campo da escolha de um futuro obreiro. Qual a vocação? Essa deve ser a primeira pergunta a ser respondida, não me refiro a vocações pessoais e sim a vocação ministerial como prevista pelo NT.

Ora, vós sois corpo de Cristo, e individualmente seus membros. E a uns pôs Deus na igreja, primeiramente apóstolos, em segundo lugar profetas, em terceiro mestres, depois operadores de milagres, depois dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas. Porventura são todos apóstolos? são todos profetas? são todos mestres? são todos operadores de milagres? Todos têm dons de curar? falam todos em línguas? interpretam todos? Mas procurai com zelo os maiores dons. Ademais, eu vos mostrarei um caminho sobremodo excelente. (1Co 12:27-31 Ef 4. 11).

Esse texto ressalta uma ideia pouco corrente, Nem todos são chamados para o ministério, Deus assume e arroga para Si o direito de escolher seus ministros, segundo a sua vontade soberana e pelo Espírito Santo.
Os realmente vocacionados irão se submeter às Escrituras como fonte de Autoridade sobre seus chamados e também é animoso diante das adversidades e oposição que é comum a todo cristão.

Tu, porém, tens observado a minha doutrina, procedimento, intenção, fé, longanimidade, amor, perseverança, as minhas perseguições e aflições, quais as que sofri em Antioquia, em Icônio, em Listra; quantas perseguições suportei! e de todas o Senhor me livrou. E na verdade todos os que querem viver piamente em Cristo Jesus padecerão perseguições. Mas os homens maus e impostores irão de mal a pior, enganando e sendo enganados. Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste, e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido, e que desde a infância sabes as sagradas letras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela que há em Cristo Jesus. Toda Escritura é divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça; para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente preparado para toda boa obra.”( 2Tm 3:10-17).

Também podemos observar o Testemunho e exemplo cristão em cada obreiro vocacionado.
Para prepara-los devemos submetê-los a um sistema de ensino programado evolutivo e consistente com as ordenanças bíblicas.
1.      Programado_ Deve seguir um programa educacional que explore todos os métodos pedagógicos possíveis, e os submetam a ao serviço do reino de Deus, Ex.: apostilas de qualificação, vídeos documentários, etc... Podemos estipular também um dia da Semana ou formar uma classe na EBD.
2.      Evolutivo_ Em todo aprendizado deve se levar em conta o tempo de assimilação que pode variar de pessoa para pessoa, uns compreendem mais rápido outros demoram mais, não devemos ter pressa em aprova-los integralmente, devemos esperar o amadurecimento do indivíduo para que o possamos empossar em seu ofício. Jesus aos doze anos já estava perfeitamente preparado para seu ministério, m as só o exerceu aos 30 anos.
3.      Consistentes com as ordenanças bíblicas_ Existem diversos textos que moderam e regulam a escolha dos obreiros, aqui alguns deles: Diáconos (1Tm 3. 8; 3. 12, 13). Pastores, Mestres (Presbíteros), Evangelistas e Profetas (Pregadores). (Ef 4. 11).

A Exclusão de Membros do Rol da Igreja:
Por Exclusão: exercício da disciplina bíblica e eclesiástica.
Por Morte: Deixando de pertencer à igreja Militante, e incorporando-se a igreja Triunfante.
Por Transferência: Para uma igreja da mesma fé ou ordem.


Bibliografia:
v  Apostilas de Ética Cristã, Homilética Teologia Própria e Teologia Pastoral/Administração Eclesiástica.  CEBEC Teologia (Curso Bíblico de Edificação Cristã). Por Silvino Candido da Silva. (Apostila de Teologia pastoral Administração Eclesiástica) Autoria compartilhada Silvino Candido da Silva e Bpo. Paulo Roberto Ramos.
v  Dicionário Teológico, Claudionor Correa de Andrade/ editora CPAD. 19ª impressão 2010.
v  Bíblia Digital THE WORD/ www.theword.net
v  Bíblia de Estudo de Genebra 2ª Edição Revisada e Ampliada SBB (Sociedade Bíblica do Brasil) e ECC (Editora Cultura Cristã).
v   Sola Scriptura TT - Defesa da Bíblia e fé, fundamentalista/ www.solascritra-tt.org
v  CFWM (Confissão de Fé de Westminster).
v  Dicionário VINE/ editora CPAD.
v  Comentário Bíblico de Matthew Henry NT.
v  Notas D.V. (Dicionário Vivas em espanhol).

3 comentários

António Jesus Batalha disse...

Ao passar pela net encontrei seu blog, estive a ver e ler alguma postagens
é um bom blog, daqueles que gostamos de visitar, e ficar mais um pouco.
Eu também tenho um blog, Peregrino E servo, se desejar fazer uma visita
Ficarei radiante,mas se desejar seguir, saiba que sempre retribuo seguido
também o seu blog. Deixo os meus cumprimentos e saudações.
Sou António Batalha.

Anônimo disse...

Saudações sou o jociel e desejo receber este material de treinamento para obreiros por imail jociel.sampaio@hotmail.com Paz do senhor

Anônimo disse...

Saudações sou o Fábio e desejo receber este material de treinamento para obreiros por imail fabiosantoshf19@hotmail.com Paz do senhor

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Sejam Bem-vindos ao meu blog:
Sejam livres para comentar as postagens, respeitando as opiniões diferentes da sua, com argumentos relacionado com a mesma. Támbem as críticas construtivas serão bem-vindas, desde que elas estejem livres de:
1) Palavrões
2) Heresias
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No mais aproveitem.
Ivan Cesar S Barboza.
Contato para: eventos, estudos, mensagens e pregações ou somente um bate papo.
Tel: (021) 31551930
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Orare e Labutare

"Orare e labutare foram palavras empregadas por Calvino para resumir a sua concepção hermenêutica. Com estes termos ele expressou a necessidade de súplica pela ação iluminadora do Espírito Santo e do estudo diligente do texto e do contexto histórico, como requisitos indispensáveis à interpretação das Escrituras."

Paulo R. B. Anglada

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